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Pré-sal:
Contrapropostas para distribuição
dos royalties dependem de consenso para votação
no Senado
Em Brasília, vereadores
apóiam emenda Ibsen, que recebe emenda do
senador Pedro Simon e proposta da CNM, defendendo
que royalties do petróleo sejam divididos
entre todos. Viamão deve receber entre R$:
2,6 e R$: 4,7 milhões da fatia do petróleo.
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Vereadores
de Viamão: Russinho, Armando e Dédo,
e o prefeito Carlos Brum de Alvorada, com
o Senador Zambiasi (PTB-RS), na articulação
dos royalties do pré-sal. |
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No
Congresso Nacional, em Brasília-DF, os vereadores
Luís Armando Azambuja e Éderson Machado,
ambos do PT, e o presidente da Câmara de Viamão,
vereador Valdir Elias, do PMDB, em manifestação
de apoio à proposta aprovada pela Câmara
dos Deputados, na emenda de Ibsen Pinheiro, que foi
incorporada ao projeto (PLC 16/2010), que altera a
partilha dos royalties pagos pela exploração
do petróleo no Brasil. Atualmente, a partilha
beneficia os estados e municípios produtores.
A
proposta aprovada pela Câmara Federal deixa
40% desses royalties com a União, 30% com os
Estados e 30% com os municípios.
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| A
partilha será feita com base nas regras de
distribuição do Fundo de Participação
dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação
dos Municípios (FPM).
Para
os vereadores viamonenses, Armando, Dédo e
Russinho, todo o povo brasileiro é responsável
pelo financiamento do trabalho e da pesquisa da Petrobras.
“É justo que todo o povo tenha participação
igualitária dos benefícios trazidos
com a descoberta de novos campos petrolíferos,
além da redistribuição igualitária
desses recursos representarem uma justiça a
todos os pequenos municípios”, enfatizaram.
No
Senado Federal, reunidos com os senadores Pedro Simon
(PMDB-RS) e Sérgio Zambiasi (PTB-RS), os vereadores
viamonenses acompanharam as novas propostas para a
divisão dos royalties.
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Vereadores
Dédo, Russinho e Armando com o Senador
Pedro Simon (PMDB-RS), com o senador Pedro
Simon, autor da nova emenda do royalties do
pré-sal no Senado. |
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Vereadore
Armando com o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) |
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Apresentada
por Simon, uma emenda diminui o prejuízo para
os Estados e municípios produtores, e propõe
que a União arque com parte do volume de dinheiro
perdido pelos Estados e municípios produtores.
“Nessa emenda, nós podemos iniciar uma
verdadeira reforma tributária", alegou
Simon, segundo quem a medida permitiria que o “rico”,
no caso a União, indenizasse os “pobres”.
O senador gaúcho destacou ainda que o texto
"visa restaurar o equilíbrio tributário
federativo e instituir o mecanismo de compensação
aos entes produtores". |
| A
Confederação Nacional dos Municípios
(CNM) entregou nessa semana no Senado Federal, uma
proposta de emenda ao projeto de lei sobre a partilha
dos recursos do pré-sal, que também
pretende minimizar os eventuais impactos financeiros
para qualquer Estado da federação. Pela
proposta Na divisão de royalties ficam estabelecidos
22% com a União; 22% com os Estados; 22% para
todos os municípios; 25% para todos os Estados
Produtores e 9% para os municípios produtores.
No caso dos Estados e municípios (que cada
um fica com 22%), a distribuição baseia-se
nos fundos de participação dos estados
(FPE) e municípios (FPM). |
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Vereadores
Dédo, Russinho e Armando com o deputado
Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), autor da emenda
de redistribuição royalties
do pré-sal. |
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Atualmente e sem o projeto de redistribuição,
a previsão de arrecadação de
Viamão com os royalties variam de R$: 378
mil à R$: 508 mil. De acordo com estudo com
estimativa de arrecadação do pré-sal,
realizado pelos vereadores Armando Azambuja, Dédo
Machado e Russinho, se permanecer e emenda de Ibsen
e Simon, o município de Viamão, arrecadaria
R$: 4,7 milhões, e com a proposta CNM, arrecadação
seria de R$: 2,6 milhões. “
No Senado a base governista tentará construir
até o início de maio um acordo a respeito
da distribuição, entre União,
estados e municípios, dos royalties sobre
a produção do petróleo na camada
pré-sal. “Somente um consenso entre
os congressistas garantirão que a nova medida
de redistribuição do pré-sal
entre em vigor”, avaliam os vereadores de
Viamão. Caso não seja possível,
os dispositivos que tratam dos royalties poderão
ser excluídos do projeto de lei que define
o regime de partilha para a exploração
do petróleo em águas ultra profundas,
e votados somente após as eleições.
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